Nutrição Atenção às dietas: Há gorduras que pode (e deve) comer

Novidade publicada em 02-11-2014

 
O El Mundo revela que nem todas as gorduras são más e existem algumas que deve mesmo incluir diariamente na sua refeição para manter uma saúde de ferro.

Sabe que há gorduras que são benéficas para o seu corpo?

Rubén Bravo, do Instituto Médico Europeu da Obesidade, em Espanha, revela ao El Mundo que existem alimentos que possuem gorduras saudáveis que não deve ter receio de ingerir…aliás, deve incluí-los na sua dieta.

Segundo o especialista, numa sociedade marcada pela ‘fast food’ é normal que se pense que a gordura é prejudicial. Mas isso não é necessariamente verdade. É preciso saber distinguir entre as gorduras saturadas ou transformadas, que são as más, e as gorduras boas, conhecidas como monoinsaturadas e polinsaturadas.

Posto isto, o médico aconselha a ter em atenção ao que consome, pois existem alimentos que parecendo saudáveis podem conter gorduras nocivas à saúde. É o caso das carnes saturadas, os produtos lácteos e a pele das aves. Cuidado também com certos óleos vegetais, que possuem gorduras hidrogenadas e que podem ser encontrados em margarinas, snacks ou bolos industriais. Estes óleos são, aliás, bastante nocivos uma vez que aumentam o colesterol mau e contribuem para o aparecimento de problemas cardiovasculares.

Que alimentos devemos então ingerir para uma alimentação saudável? Rubén Bravo defende que as gorduras de origem vegetal são as mais benéficas, bem como o pescado que é uma fonte de gorduras polinsaturadas e rico em Omega 3.

O Instituto recomenda também que diariamente inclua no seu prato pequenas porções de produtos como azeite, sementes e frutos secos.

A carência de gorduras monoinsaturadas e polinsaturadas pode causar problemas nos olhos, além de reduzir a absorção de cálcio, diminuir o funcionamento do sistema imunitário do organismo e alterar a coagulação do sangue.

 

 
 

“Oleuropeína

Novidade publicada em 08-08-2014

 
Pela saúde dos seus ossos memorize bem este nome. A Oleuropeína é uma substância encontrada no azeite virgem extra que evita e combate a osteoporose, doença que se caracteriza pela diminuição progressiva da densidade óssea o que torna os ossos mais frágeis e propensos às fraturas.

Os estudos levados a cabo pela Universidade de Córdova, em Espanha, revelam que este tipo de polifeno aumenta a quantidade de osteoblastos, células que fabricam os nossos ossos. Ao consumi-la vamos beneficiar todo o nosso esqueleto.
Sabe-se que o tecido ósseo é dinâmico, pois é consumido e regenerado constantemente ao longo da vida sendo os osteoblastos a chave para ajudar na reconstrução.

Bastam duas colheres de azeite por dia mas tem de ser do tipo virgem extra, que é o de melhor qualidade por concentrar maiores teores dessa substância. De preferência deve-se usa-lo a frio, por exemplo em saladas, visto que este tipo de azeite (o puro) não gosta muito de calores pois pode perder parte de suas elevadas potencialidades.

O envelhecimento e a menopausa provocam uma queda na concentração de osteoblastos no organismo sendo fundamental a reposição desses importantes construtores que recebem um belo reforço com a inclusão do azeite virgem extra, que é uma boa fonte de oleuropeína.”

 
 
 

Partilhar segredo

Novidade publicada em 07-08-2014

 
Ao ler o livro OS SEGREDOS DAS PESSOAS QUE NUNCA FICAM DOENTES, do autor Gene Stone, não resisti em transcrever uma sugestão da Sociedade de Restrição de Calorias, fundada em 1993, sobre gorduras:

“Escolha gorduras monoinsaturadas, evite as saturadas e consuma alguma quantidade de gorduras com ómega 3. Entre os alimentos que contêm gorduras monoinsaturadas estão o azeite, as amêndoas, as avelãs e os abacates. A maior parte da nossa ingestão de gordura deve vir destes alimentos.

Uma quantidade muito pequena de gordura deve vir na forma de ácidos gordos ómega 3, encontrados em peixes gordos (salmão, por exemplo)”.

Noutro capítulo à frente é referido, baseado em numerosos estudos, que a gordura saturada debilita o sistema imunológico e contém calorias em excesso, dois factores que estimulam o crescimento de todas as células, nomeadamente as cancerígenas…

O livro é interessante por abordar diversos estudos e experiências, apresentando casos diferentes e oferecendo conselhos claros e simples sobre como as pessoas poderão ficar bem, que vale a pena conhecer. Um deles é referente a uma mulher com a maior longevidade da história moderna. Calment (1875-1997) era uma francesa que se lembrava de ter conhecido Vincent van Gogh. Atribuía a sua longevidade ao azeite, que deitava sobre a sua comida e esfregava sobre a pele.

Enfim, poderá começar a coleccionar segredos para o ajudar a nunca mais ficar doente.”