Quem somos

Somos uma conceituada organização produtora de Azeite Virgem Extra em Portugal que já vem dos nossos antepassados. Os primeiros membros da família desenvolveram a actividade olivícola na margem direita do Rio Tejo, em terrenos que pertencem hoje às freguesias de São Vicente do Paúl e Achete, localizados a 85 Km a norte de Lisboa, nas proximidades da cidade de Santarém, outrora conhecida por SCALABIS no tempo dos Romanos (o azeite esteve no passado fortemente ligado à cultura mediterrânica e, hoje, à portuguesa).

Mais recentemente, a família adquiriu uma propriedade em Alforzemel e arrendou outra em Assentiz, vilas periféricas de Santarém, o que permitiu reforçar a produção de azeite de alta qualidade.

 

Todo o azeite é extraído em lagar de familiar, onde são utilizadas as mais modernas técnicas de extracção e sob um rigoroso controlo de qualidade, também localizado na zona de Santarém.

Resumindo, toda a actividade olivícola se desenvolve nessa generosa região agrícola denominada Ribatejo.
O Azeite SCALLABIS é um negócio do tipo familiar, em desenvolvimento, embora também tenhamos receitas devido a prestação de serviços de engenharia. Mas o nosso maior orgulho está na produção de azeite saboroso e saudável na melhor tradição do Ribatejo.

É azeite produzido a partir das nossas oliveiras que cuidamos intensamente. Mas com muito prazer - se não tivermos um fruto bom como teremos um grande azeite? Usamos métodos sustentáveis e optamos em alguns dos olivais pela colheita manual para que as azeitonas sejam colhidas sem danificar a sua pele, ou polpa, e evitar ferimentos nas árvores.

A nossa grande missão é produzir produto de qualidade para podermos comercializar Azeite Puro, ou seja, o Real, que é sempre obtido segundo as melhores práticas, nomeadamente extracção a frio para preservar os mais altos níveis de sabor, nutrientes e antioxidantes. Apenas trabalhamos com o verdadeiro Azeite Virgem Extra (virgem significa feito com processos físicos, e não químicos), que constitui o nosso valioso património.

Resumimos, com simplicidade, a identidade do nosso produto:

O Azeite Virgem Extra SCALLABIS é constituído por 100 % de “sumo” de azeitona. É o Puro, é o Real, é obtido apenas de azeitona de alta qualidade que é colhida sem haver contacto com o solo;

Os frutos provêm apenas dos nossos olivais sendo a extracção do azeite efectuada sempre ao fim de cada dia de colheita;

A extracção do azeite é a frio (temperatura na ordem dos 26 º C) para não perder as vitaminas e os antioxidantes.
Processo de produção de alta qualidade, quer em técnicas agrícolas quer nas técnicas de lagar (azeite resultante de bons frutos e de boas práticas);

Produzimos um produto natural;

Diferenciamo-nos pela qualidade, não pela quantidade;

Respeitamos as boas práticas ambientais.

No sentido de prestarmos um bom serviço à comunidade e, também, por o azeite português merecer a sua divulgação, visto que é excelente devido à influência do clima de características mediterrânicas e atlânticas (especificidades que beneficiam o nosso produto nos elevados níveis de polifenóis e antioxidantes), disponibilizamo-nos para ajudar nas seguintes acções:

1. Azeite para presentes
Como trabalhamos apenas com produtos de qualidade poderemos entregar azeite português em embalagem própria para presente.

2. Vendas através da loja virtual
Aproveitando as tecnologias hoje disponíveis podemos disponibilizar ao consumidor aquisições de produtos de qualidade, de origem portuguesa, com a maior comodidade.

3. Parceiros
Como temos a paixão pelo azeite português de alta qualidade estabelecemos parcerias com produtores de outros bons azeites, sendo possível oferecer uma ampla lista de azeites produzidos em Portugal.

4. Fidelização
No sentido de colaboramos com os nossos Clientes habituais criamos um programa de fidelidade, disponibilizando desconto ao fim de determinado volume de compras.

 
 
Energias alternativas
 

Captação de água para rega do olival por sistemas fotovoltaicos autónomos

A conversão fotovoltaica da energia solar é uma tecnologia fiável, limpa, com baixo impacto do ponto de vista visual e nenhum impacto do ponto de vista de ruido. As suas aplicações em sistemas de bombagem de água, bem como na electrificação rural, e mais recentemente nos sistemas integrados em edifícios são uma realidade de sucesso.

As questões tecnológicas associadas ao seu desenvolvimento, nomeadamente aquelas que se prendem com a diminuição do custo do kWh produzido, encontram-se identificadas e, um pouco por todo o mundo, equipas de Investigação a elas têm dedicado o seu esforço.

Somos utilizadores dessa tecnologia e sentimos que é necessário um maior esforço ao nível da promoção, publicitando as vantagens desta tecnologia, em termos de qualidade, fiabilidade e serviço fornecido e as vantagens em termos ambientais, bem como introduzir as questões do mercado e as questões socioeconómicas, nomeadamente na possibilidade de criação de emprego, num contexto de produção descentralizada de electricidade.

 
 
 
O nosso azeite
 

É muito comum divulgar-se a região de origem do produto, que no nosso caso, como já referido, é do Ribatejo. Embora a grande percentagem das características de um azeite provém da variedade da azeitona, aguns investigadores afirmam que é da ordem dos 85 %, existem outros factores para os azeites sairem bem, como por exemplo, produzidas em regiões com características específicas de micro clima bem como dos solos.

O azeite pode conter apenas uma variedade de azeitona, denominado “monovarietal”, ou ser resultado da combinação harmoniosa de diversas variedades, denominado como “blend de varietais” ou “multivarietal” como um indicativo das características sensoriais que podemos encontrar quando degustamos um azeite.

O SCALLABIS é o resultado de blends de variedades de nossa região produtora, como a galega, cobrançosa, arbequina, picoal e arbosana, para dar à marca características e personalidade própria.

Em relação à acidez, o SCALLABIS apresenta-se sempre com valor muito baixo (bastante inferior a 0,8 que é o limite considerado para os Virgem Extra) e sem defeitos em termos organolépticos.

A acidez traduz a percentagem de ácido oleico livre existente no azeite, expresso em percentagem de ácido oleico na massa do produto, g / 100 g (gramas de ácido oleico por 100 gramas de produto). Embora alguns consumidores tendem a classificar o azeite com base na acidez é oportuno esclarecer-se que a acidez não está relacionada com o sabor do azeite e não corresponde ao critério mais importante para a escolha do azeite. Daí a União Europeia ter considerado facultativo a apresentação do seu valor no rótulo, evitando-se a necessidade de ter-se em stock vários rótulos.

O mais importante para o consumidor é saber se está perante um Azeite classificado como Virgem Extra ou Virgem e são as análises químicas e organoléptica que determinam em que categoria cabe o azeite. Pode acontecer estarmos em presença de um azeite de baixa acidez, da categoria virgem extra, e depois ser classificado como Virgem porque pode ter um ligeiríssimo defeito organoléptico detectado pelo painel de prova e que muito provavelmente o consumidor final não perceberá. O Virgem terá um preço mais baixo e poderá ser encaminhado para outros fins culinários, nomeadamente usar a quente.

O Azeite Virgem, cuja acidez é superior a 0,8 e inferior a 2%, não comercializamos porque a nossa produção tem um elevado padrão de qualidade.

No entanto, devemos informar que a acidez é, por vezes, um dos mitos que acompanha o azeite visto que o consumidor tende a classificar o produto com base na acidez. Ou seja, sente-se perdido quando não encontra o valor da acidez, não percebendo que mais importante do que esta é a denominação de venda do produto. Deve sim optar por uma das categorias, de preferência virgem extra, e depois terá de determinar de acordo com o seu gosto pessoal qual dos azeites que mais lhe agrada, nomeadamente as características de sabor, aroma e intensidade do azeite.

O teor de acidez é um indicativo de que todas as etapas de produção do azeite, desde a colheita até o envaselhamento, foram feitas adequadamente. Contudo, pelo facto de um azeite ter apenas 0,2% de acidez, não significa necessariamente que será melhor do ponto de vista sensorial que um azeite de acidez 0,8%, pois quando degustamos um azeite a acidez não é perceptível. A acidez está relacionada com o teor de ácidos graxos livres e ela só pode ser identificada por meio de análise química. Nem mesmo uma pessoa treinada em degustação de azeites é capaz de identificar a acidez do produto.